quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Suposto esqueleto de Mona Lisa pode por fim ao mistério secular.


Pesquisadores em Florença, Itália, estão em busca de pistas para desvendar o mistério do mais famoso quadro do mundo.

Eles abriram uma tumba familiar centenária. O túmulo pertence à família de Lisa Gherardini, uma mulher do século 16 da cidade de Florença, cujo pensamento inicial seria de que ela é o rosto retratado por Leonardo da Vinci.

De acordo com o portal da NBC, vários especialistas já começaram a fazer dezenas de testes de DNA em três diferentes esqueletos encontrados no Convento das Ursulinas. Os ossos foram encontrados em 2012, e os especialistas acreditam que um deles é de Gherardini, esposa de um comerciante local que morava na mesma rua de da Vinci.

Agora os especialistas dizem que podem ter encontrado os ossos do filho de Gherardini, na Basílica della Santissima Annuziata. Eles vão comparar as provas de DNA do suposto filho com os ossos encontrados ano passado.

“Neste momento, estamos realizando testes de carbono-14 em 3 dos 8 esqueletos encontrados em Santa Úrsula”, declarou Silvano Vinceti, chefe do Comitê Nacional para a Valorização do Patrimônio Histórico, a ANSA. “O teste do carbono-14 nos dirá qual dos três remonta ao ano de 1.500. Só após isso saberemos qual esqueleto vamos fazer os testes finais de DNA”, ressalta.

Segundo os registros, o historiador do século 16, Girgio Vasari, foi o primeiro a identificar Gherardini como a mulher que é reproduzida no quadro enigmático de da Vinci. Desde então, um grande número de estudiosos também acreditam que a mulher do vizinho do pintor é mesmo a “La Gioconda”.

Se os testes de DNA deixar claro que os ossos são de Gherardini, o próximo passo será reconstruir o rosto da mulher, com base em sua estrutura óssea facial.

Saberemos um dia porque Mona Lisa “apertou” os lábios ao ser retratada? O motivo seriam dentes em péssimo estado? Muitas teorias são levantadas, mas nenhuma sem prova até o momento.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Palio di Siena


Palio di Siena é uma corrida de cavalos na Piazza del Campo, no centro da cidade italiana de Siena que ocorre nos dias 2 de julho e 16 de agosto, desde o século XVII, em honra a Nossa Senhora.

Um total de 17 bairros (contrade) participam desta corrida, que desfilam pela praça “Piazza del Campo” com trajes tradicionais (chamados monturas) e bandeiras, mas a corrida em si é feita somente por dez cavalos, cada um de uma contrada, de três regiões da cidade, que são escolhidos por sorteio. Cada bairro tem suas cores e hino. Ganha o cavalo que chegar primeiro, após três voltas ao redor da praça, mesmo que o jóquei já tenha caído. O prêmio é um estandarte (pálio) criado exclusivamente para cada evento, por um artista local ou de fora. Nos dias de corrida os habitantes e turistas concentram-se no centro da Piazza del Campo para assistir ao evento. As arquibancadas ao redor da praça ficam cobertas de apoiantes organizados (contradaiolos) que cantam os hinos de cada contrada. As 17 contradas sao: Aquila, Bruco, Civeta, Chiocciola, Drago, Girrafa, Istrice, Leocorno, Lupa, Nicchio, Oca, Onda, Pantera, Selva, Tartuca, Torre e Valdimontone.

Mais fotos





sábado, 10 de agosto de 2013

Scilla, Itália

Já se imaginou dentro de um castelo medieval no topo de uma montanha de onde tudo o que se pode ver é a beleza de um mar azul turquesa?
Scilla é um dos lugares mais bonitos da Calábria, mas, assim como boa parte do sul da Itália, a pequena cidade está totalmente fora das rotas de turismo de massa, o que a deixa ainda mais perfeita. Na parte alta da cidade o grandioso Castello Ruffo é o protagonista e na parte baixa ruelinhas por onde mal passa um carro e casas no melhor estilo calabrês deixam o local com ares de vila de pescador. Vale a pena!

Texto: Paula Napolitano